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RoqueCorreia . Automação

Desenvolvimento de Sistema de Supervisão e Controle da Usina Hidrelétrica Picada

Introdução

Participação, junto à atividade SAT da VA TECH T&D, no desenvolvimento de software aplicativo para Unidades de Aquisição e Controle (UAC), para o Sistema Digital de Supervisão e Controle proposto para o AHE PICADA.

O AHE PICADA localizado no Rio do Peixe é basicamente composto por:

  • Casa de Força com 2 unidades geradoras de 27,8 MVA, 13,8kV;
  • Subestação 138kV;
  • Vertedouro com 1 comporta segmento.

O Desafio

Munir esta instalação de um sistema robusto e adequado ao ambiente de trabalho, de fácil manuseio, simplicidade de operação, implementação e manutenção além de facilidade para futuras expansões.

Solução e Fundamentos

A configuração do sistema permitirá a continuidade da geração, mesmo em condições degradadas, em caso de falha parcial do sistema digital.

A configuração proposta é baseada em elementos da linha de produtos de automação da VA TECH SAT, isto é, a família SAT 1703 ACP, as redes de comunicação SATNET e o software de comando e supervisão SAT 250 SCALA.

Apresentará supervisão e operação centralizada com arquitetura distribuída, seguindo a filosofia internacional para sistemas abertos.

As estações de operação localizadas na sala de comando serão compostas de microcomputadores de alto padrão. As estações de operação estarão normalmente ligadas e operando de modo independente.

Na ocorrência de falha de uma delas, a outra assume isoladamente as funções de comando e supervisão, sendo que no retorno à operação normal, a base de dados da unidade que esteve fora de serviço será atualizada instantaneamente, sem descontinuidade das curvas de tendência e conflitos nas listas de alarmes.

Resultados

Como filosofia operacional para esta instalação, foi previsto que a operação normal será realizada a partir da sala de comando desta usina, havendo ainda comunicação para um centro de operação remoto (UHE Sobragi).

Em Sobragi, existem todos os recursos para uma comunicação com o COS da CEMIG (ONS), que passará a despachar igualmente as unidades geradoras de Picada, seja diretamente (através de set point de potência ativa e tensão) ou por meio do operador em Sobragi.

No caso de falha de comunicação com a sala de comando da usina, será possível a operação das unidades geradoras localmente no frontal de cada UAC através das consoles de operação local (COL), constituídas por uma IHM (interface homem maquina) tipo touch screen.

Nossa participação neste projeto consistiu em:

  • Configuração e parametrização das UAC's;
  • Auxílio no desenvolvimento das lógicas de controle;
  • Programação e teste das lógicas de controle;
  • Testes em fábrica;
  • Desenvolvimento das telas de supervisório.

Cases de Sucesso

 
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